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El Chapulín Colorado ou Chapolin Colorado como é chamado no Brasil, foi uma sátira criada por Chespirito aos super-heróis americanos. Enquanto estes eram musculosos, fortes, super-poderosos e venciam na maioria das vezes utilizando a força bruta, Chapolin era magrelo, medroso, baixinho e se utilizava da “inteligência” ou da “sua astúcia” pra combater os grandes vilões.


Seu sucesso se deve, talvez, ao fato do herói possuir características mais humanas, que o aproximam dos telespectadores: ele é medroso, preguiçoso, mulherengo, se utiliza do famoso “jeitinho” para sair das situações. O próprio Chespirito disse que “a grande virtude não está em não ter medo, mas sim em vencer o medo”.

O seriado tinha apenas o protagonista como personagem fixo, mas possuía algumas figuras que freqüentemente apareciam em episódios, como os vilões Quase Nada, Tripa Seca, Rasga Bucho, Chinesinho, entre outros. Em alguns episódios, a crítica aos heróis americanos se torna ainda mais visível, com as aparições de Super Sam, interpretado por Ramón Valdés. O personagem tem em seu uniforme as cores da bandeira dos EUA, utiliza expressões em inglês, e carrega um saquinho de dinheiro, numa crítica direta ao capitalismo selvagem dos Estados Unidos, país conhecido como a Terra do Tio Sam.

Em 1980, foi exibido o que seria o último episódio da série, onde os atores Roberto Gomez Bolaños, Florinda Meza e Edgar Vivár relembraram os momentos mais marcantes do seriado. Este seria o último, mas depois de certo tempo, o seriado voltou a ser produzido, ainda que com muitos remakes de episódios clássicos.


CHAPOLIN NO BRASIL


A série estreou nas telas brasileiras em 1984, com o episódio “O Cleptomaníaco”. Ao contrário de Chaves, o SBT não se preocupou em aumentar constantemente o estoque de episódios, sendo que o primeiro lote, com 26 episódios, foi exibido exaustivamente durante 5 anos, e nesse tempo dois episódios sumiram, restando 24 episódios.

O início do milênio foi amargo para o Vermelhinho, que, desde 2000, passa por um amargo descaso por parte do SBT, que tira e coloca o seriado da programação sem maiores explicações. O mesmo acontece em vários países da América Latina, onde Chapolin é esquecido, sumindo da grade de programação das emissoras. O seriado reestreou em novembro de 2005, após dois anos fora do ar. E para surpresa dos fãs, alguns episódios que eram considerados perdidos voltaram a ser exibidos.